Manaus - AM
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Cursos
Psicopatologia Clínica II e Dependência Química II
Gestão Ambiental e MBA em Gestão Eficaz de Obras e Projetos II
Geoprocessamento II e Paisagismo II
Histórico

Manaus é a capital do maior estado do Brasil, o Amazonas. Foi elevada a cidade, em 24 de outubro de 1.848 com o nome de Cidade da Barra do Rio Negro e recebeu, em 04 de setembro de 1.856 o nome de Manaus em homenagem à nação indígena dos MANAÓS, que significa Mãe dos Deuses. A cidade é um portão de entrada para a Amazônia, a maior floresta tropical do nosso planeta, além de ser a maior cidade do norte brasileiro e a principal metrópole do Norte do Brasil.
História
A história da colonização européia da região de Manaus começou em 1.669. O Forte de São José da Barra do Rio Negro foi construído para garantir o domínio da coroa portuguesa na região e o fez por 114 anos, principalmente contra a invasão holandesa, que na época aquartelados onde hoje é o Suriname. Próximo ao forte haviam viviam povos indígenas, tais como: Barés, Banibas, Passés Manós. A população cresceu tanto que para ajudar na catequese, em 1.695 os missionários resolveram erguer a capela de Nossa Senhora da Conceição, que passou a ser a padroeira da cidade. Em 1.889 Manaus vivia intensamente o ciclo da borracha. Considerada a cidade brasileira mais desenvolvida e uma das mais prósperas cidades do mundo, Manaus era a única cidade do país a ter luz elétrica e sistema de água encanada e esgotos. O apogeu do ciclo da borracha e fase áurea de Manaus deu-se entre 1.890 e 1.920, época que a cidade gozava de tecnologias que outras cidades do sul do Brasil ainda não possuíam, tais como bondes elétricos, avenidas construídas sobre pântanos aterrados, edifícios imponentes e luxuosos, como o requintado Teatro Amazonas, o Palácio do Governo, o Mercado Municipal e o prédio da Alfândega. A Zona Franca de Manaus foi criada pelo Decreto Lei n° 288 de 28 de fevereiro de 1.967 para ajudar no desenvolvimento da região, trazendo indústrias ao que hoje é o pólo industrial de Manaus, e foi baseada na criação de uma área de livre comércio de importação, exportação e de incentivos fiscais especiais. A cidade elevou-se no ano de 2005 a 7ª posição no ranking das maiores cidades brasileiras em população e a 3ª posição no ranking das cidades mais ricas do Brasil e encontra-se em um nível turístico muito grande pela sua riqueza natural que atrai milhares de turistas, naturalistas, pesquisadores e jornalistas em busca de um conhecimento aprimorado da região e de sua colonização. Manaus também enfrenta problemas que são característicos de grandes metrópoles onde o poder público não consegue conter a migração e o inchaço do perímetro urbano.
Indicadores principais:
População Total: 1.927.346 habitantes (94% urbana; 52,07% mulheres e 47,93% homens), segundo dados IBGE / 2006 e está composta por: mestiços (63,7%), brancos (34,2%), negros (3,0%), amarelos (2,1%) e indígenas (0,1%).
Densidade demográfica: 194,2 habitantes por km²
Taxa de fecundidade: 4,74 filhos por mulher
Taxa de alfabetização: 96,63%
Aspectos Culturais
A culinária manauara é caracterizada pela utilização de uma grande variedade de peixes provenientes da própria bacia do rio Amazonas. Entre os destaques, podemos encontrar o "pirarucu de casaca" feito com o peixe pirarucu e banana pacovã, o tambaqui grelhado outra espécie de peixe encontrada na região, e a tapioca, tipo de crepe feito com goma de mandioca. Ingredientes como coentro, óleo de dendê, além da farinha de mandioca, também denominada de farinha d'água ou amarela, são freqüentemente utilizados. Uma grande variedade de frutas da região também são bastante apreciadas na cidade, como a graviola, o cupuaçu, o açaí, o jenipapo, o bacuri, a pupunha e o tucumã. Na música, os destaques da capital são: o boi-bumbá de Parintins que dita o ensaio dos bois Garantido e Caprichoso antes do Festival Folclórico de Parintins em junho, o forró, o samba e o axé.
Hoje, o índice de desmatamento de Manaus está em altíssima escala, chegando a 87% de desmatamento em área urbana e 39% em área rural.Trata-se da cidade mais desmatada da Amazônia Mundial.